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Pela ordem. Ao anular o contrato de união estável celebrado entre homossexuais, o juiz Jeronymo Pedro Villas Boas, da 1ª Vara da Fazenda Pública Municipal e Registros Públicos de Goiânia (GO), mostrou para muitos o que poucos não sabem ou não tem interesse em saber. O Supremo Tribunal Federal, que autorizou em 5 de maio a união gay, não seria competente para alterar normas contidas na Constituição Federal, que determina como formadores da família apenas o homem e mulher. O presidente em exercício da OAB, Miguel Cançado, condenou a decisão. Segundo ele, ao decidir pela união estável entre pessoas do mesmo sexo, o Supremo “exerceu o papel de guardião e interprete da Constituição”.  Parabéns ao MM Juiz Jeronymo por sua decisão, mas como as coisas lá pelo lado do STF andam meio esfumaçadas espero não ter que visitá-lo em uma cadeia pública de Goiânia. Tenho dito.

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