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Monthly Archives: maio 2012

O café servido no Fashion Rio é o mais caro do mundo, o quilo do grão custa R$ 420. A xícara custa, em média, de R$ 8 a R$ 12. Certo que é um café especial, cujo grão é defecado por um pássaro (isto o torna especial), pitoresco não?!.  Aqui em São Paulo no Aeroporto Internacional de Guarulhos, o preço do copo d´água mineral equivale ao preço do litro do combustível usado na Ferrari do Alonso.  E na Rodoviária Tietê uma simples bala de menta (que de menta não tem nem o cheiro) custo cinco vezes mais do que na banca de jornal e variedades que fica em logo em frente, uns três metros acho.  Coisas do Brasil.

Tarde de domingo, por volta das 16:30h na Marginal Tietê, sentido Aeroporto de Guarulhos, vejo um caminhão carregado de detritos plásticos, apressado, rápido, e com a carga aberta, começa a espalhar pela via uma enorme quantidade de sacos plásticos e outras peças plásticas bem maiores, os motoristas que vem atrás começam a desviar.  Não há a possibilidade de avisar ao motorista, ele costura bem entre as faixas, é a pressa de um belo domingo de entardecer nesta metrópole, todos querem chegar em casa mais cedo.  Mas algo me chama a atenção, vejo no veículo a inscrição “A serviço da Prefeitura de São Paulo” e uma pequena placa que vira motivo de piada “DISQUE 156 – ALÔ LIMPEZA”.

Bem é verdade que a poupança só era segura antes da era Collor, depois dele qualquer governo se acha no direito de alterar as regras no meio do jogo com o intuito de livrar sua cara e consertar seus desmandos.  Em se tratando de pessoas inteligentes haveria é claro outros caminhos dentro da macro economia para impedir que os grandes investidores libertem-se do tesouro direto e invadam a poupança. A aproximação das eleições para Presidente deixa claro que outras medidas serão tomadas em curto prazo para maquiar uma economia que só anda a todo vapor para as grandes riquezas deste País, onde um Ministro tem a coragem de vir a público e dizer a um miserável que tem dois mil reais na poupança, dinheiro que ele gasta em um gole de wisky, que para o povo não houve prejuízo.