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Na Praça da Sé em São Paulo o crime corre à torto e à direita, vendem-se desde Passaporte, RG, CPF, Carteira de Habilitação, Diploma de Universidades até CD´s com dados pessoais de todas as autoridades brasileiras, havia um Posto da Polícia Militar… Havia, foi tirado.  A Cracolândia do Governador Alckmin e do Prefeito Haddad, sim, deles, está crescendo a cada dia, e protegida pela Guarda Civil Metropolitana.  Lá está funcionando de vento em pôpa o comércio de crack, cocaína, heroína, maconha e lá estão os traficantes nacionais e internacionais para quem quiser ver… É o governo do PSDB? Do PT? Não! É a falta de coragem dos homens públicos deste País que tanto aqui como no Rio de Janeiro, Recife, Alagoas e outras cidades borram as calças quando saem de seus carros blindados e se distanciam de seus seguranças. E a população… A população que se exploda!

A última preocupação do Metrô de São Paulo é com a venda de bilhetes ou a recarga do famigerado bilhete único.  As bilheterias nunca têm o número de funcionários para atender a demanda, formam-se enormes filas nas estações de maior movimento e agora as novas filas para a recarga do bilhete único são mais um desrespeito aos usuários.  Acredito que eles utilizam este subterfúgio (retenção em filas) para controlar o número de usuários nas plataformas e isto é uma vergonha.

ÔBA! Os três oficiais da Polícia Militar eleitos vereadores em São Paulo (Coronel Álvaro Batista Camilo, Coronel Paulo Adriano Telhada e o Capitão Conte Lopes) articulam mudar o Programa de Silêncio Urbano para autorizar o uso de policiais militares na operação de combate a bailes funk e ao consumo de álcool nas lojas de conveniência dos postos de gasolina, a partir de 2013. Segundo a Bancada da Bala, são 300 “pancadões” por semana realizados na capital, com média de 10 mil chamados de reclamações de vizinhos feitas mensalmente ao número 156. “São festas com mais de mil pessoas, com som alto durante a madrugada, sexo e drogas. A polícia e os agentes de fiscalização têm de chegar antes da festa e impedir a ocupação do espaço público”, argumenta o coronel Camilo.