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Tag Archives: Rio de Janeiro

Na Praça da Sé em São Paulo o crime corre à torto e à direita, vendem-se desde Passaporte, RG, CPF, Carteira de Habilitação, Diploma de Universidades até CD´s com dados pessoais de todas as autoridades brasileiras, havia um Posto da Polícia Militar… Havia, foi tirado.  A Cracolândia do Governador Alckmin e do Prefeito Haddad, sim, deles, está crescendo a cada dia, e protegida pela Guarda Civil Metropolitana.  Lá está funcionando de vento em pôpa o comércio de crack, cocaína, heroína, maconha e lá estão os traficantes nacionais e internacionais para quem quiser ver… É o governo do PSDB? Do PT? Não! É a falta de coragem dos homens públicos deste País que tanto aqui como no Rio de Janeiro, Recife, Alagoas e outras cidades borram as calças quando saem de seus carros blindados e se distanciam de seus seguranças. E a população… A população que se exploda!

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As mortes sucedem-se no Rio de Janeiro e já fazem parte do cotidiano das pessoas, morrem jovens, adultos, crianças, mulheres, homens, negros, brancos, morrem todos em nome de uma incompetência ímpar.  Criam-se metodologias, estratégias, planos de batalha e nada muda, nem mesmo o secretário de segurança, ele permanece incólume assistindo a tudo, mas com ele viverá este estigma. O Estado “perdeu” como falam os bandidos, traficantes e milícias que agora governam a Cidade Maravilhosa.

Para reduzir o número de navios que ficam parados em frente às praias da zona sul à espera de uma vaga no Porto do Rio, o prefeito Eduardo Paes (PMDB) conseguiu do governo federal o compromisso de investir R$ 200 milhões na dragagem de dois canais de acesso à Baía de Guanabara.  Segundo Paes, os navios fundeados em frente à Ipanema e Copacabana prejudicam a imagem da cidade como patrimônio cultural da humanidade. Ele diz que já se contou, em um único dia, 12 embarcações paradas em frente à orla. “Parece até uma favela. Isso não pode”, disse.

 

Rio de janeiro: Depois da morte cerebral da menina Adrielly dos Santos, de 10 anos, confirmada na noite de domingo (30), o prefeito do Rio, Eduardo Paes (PMDB), assina nesta terça-feira (1) decreto que prevê ponto biométrico para controle de freqüência dos médicos na rede municipal. São Paulo: Caroline Silva Lee, 15 anos, assassinada com um tiro no pescoço. O governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), destacou a rapidez na prisão dos criminosos. “Os três tinham passagem na polícia e foram presos em 10 minutos”.  Fato: Os bandidos agem prontamente e os políticos tardiamente.

Em razão do massacre de Realengo no Rio de Janeiro onde foram mortas 12 crianças, o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), defendeu nesta sexta-feira a revogação do Estatuto do Desarmamento em vigor desde 2004.  Este Estatuto foi um dos maiores erros já cometidos em nome de uma pseudo-segurança pública, pois como resultado ele desarmou uma sociedade ordeira e manteve armados os bandidos.  O que se vê desde 2004 até os dias de hoje é uma população acuada pela bandidagem e os bandidos armados até os dentes em plena luz do dia atacando as pessoas com a certeza de que não haverá um revide à altura.  O que falta mesmo é um governante com “aquilo roxo” para enfiar uma tolerância zero pela garganta dos bandidos.

Lamentavelmente o Rio de Janeiro é mais uma vez palco de uma tragédia.  A cidade maravilhosa tem experimentado nos últimos tempos toda sorte de desgraças.  Os céticos que me desculpem, mas, quanto mais o povo do Estado do Rio de Janeiro se afasta de Deus e embrenha-se no paganismo, mais eles aproximam sua história da história da cidade de Sodoma. A catástrofe provocada pelas chuvas na Região Serrana, O incêndio na Cidade do Samba e agora a chacina de crianças inocentes em uma escola no Realengo talvez façam com que eles reflitam e passem a adorar a Deus e não as suas imagens de escultura.

Estive no Rio de Janeiro há anos atrás e ao passar pelo bairro do Catete, que já abrigou a sede do Governo Federal, fiquei impressionado e até enojado ao me deparar com a quantidade absurda de fezes humanas nas calçadas. Vejo agora matérias sobre o volume de urina despejada pelos foliões nas ruas do Rio de Janeiro.  Não sei se resolveram a questão do bairro do Catete, mas a Prefeitura do Rio até que poderia obrigar as fábricas de cerveja a circular com vários caminhões-banheiros pela cidade nos dias de folia, ao invés de deter os mal educados. Afinal as necessidades fisiológicas neste caso foram provocadas pela ingestão daquela água amarga vendida a peso de ouro nos dias de folia.

A imprensa alardeia que as escolas de samba do Rio de Janeiro tiveram um prejuízo estimado em vinte milhões de reais com o incêndio na cidade do samba. E desde quando Escola de Samba do Rio de Janeiro tem prejuízo? É público e notório a origem deste dinheiro. Quando não é do contribuinte que paga seus impostos e o Governo esbanja e distribui à escolas de samba, é oriundo de doações de bicheiros, ou seja, a fonte é a mesma, já que quem joga no bicho também é contribuinte.  Em um ou dois dias os caixas estão abarrotados novamente, duvidam?

Moro em São Paulo e após a longa chuva que caiu noite adentro, logo ao amanhecer vejo a Serra da Cantareira ao longe, límpida, verdejante, o ar fresco com aquele cheiro de grama úmida, é a natureza em destaque. Mas o homem a culpa pelas desgraças, até pelas mais de 700 pessoas mortas no Rio de Janeiro. “Aquele morro não deveria ter caído” disse uma das vítimas, mas o morro caiu e caindo não esperava ele encontrar pessoas em seu caminho natural.  “Choveu em um dia o que era esperado em um ano” disse outro… Quem disse que é assim que funciona? O homem… Será mesmo que o homem acredita que pode superar a natureza? Ele pode e a está destruindo, mas vertiginosamente ela está se recompondo e voltando a ser a natureza como no início, sem a ajuda das ONGs dos homens, é claro!

Quero parabenizar a toda imprensa brasileira pela destreza, apoio, coragem, dinamismo, audácia e, sobretudo a solidariedade, dotes que nestes profissionais se sobressaem, enquanto eles estavam em meio aos destroços, ajudando com suas mãos, com helicópteros, com suas câmeras, com seus ombros, as Forças Armadas Brasileiras, de quem esperávamos tudo isso estava parada nas filas da burocracia, esperando quem sabe, uma assinatura vulgar, pois creio que assim eles consideram as centenas de vítimas do Rio de Janeiro, que para o Governo, são apenas números, estatísticas, que decerto repetir-se-ão ao longo de mais alguns anos.